Vamos pensar a cultura pop?

Salut WeJammers !

Novo ano que começa e novos projetos que se encaminham para o forno. Para mim é quase ano novo e é uma sensação muito boa a de retornar um pouco mais revigorado. Iupi ! Afinal, estamos vivos. E isso apesar dos pesares. Isso signfica que estamos aprendendo com o bem e o mal. E acima de tudo com o tempo do bem e o tempo do mal. Iupi, iupi, urra!

Vocês já ouviram falar de cultura popular? Right? Todos sabem muito bem como Harry Potter e o universo de J.K. Rowling revolucionaram o comportamento de muitos jovens. E também já sabem que a saga do Crepúsculo (Stephenie Meyer) influenciou – e muito – a cultura pop com sua atmosfera simbólica, ressuscitando os vampiros de outrora em meio aos problemas existenciais de todo adolescente. E como nada se cria mas tudo se copia, com um pouco mais de criatividade e um relativo sucesso nas comunidades de Fan Fiction da internet, que tal apimentar a relação dos vampirinhos com um cenário contemporâneo? Foi isso que 50 Tons de Cinza (E.L. James) fez: apresentar o par romântico em meio ao seu conflito de classe, numa relação aparentemente mais adulta, leia-se “sado-masoquista”. Nice!

Agora, vocês já imaginaram fazer um pouco mais que isso? Já pensaram em sair um pouco do universo da cultura popular estrito e observar como ele pode influenciar o mundo que vivemos?

Isto é, em vez de pensarmos exatamente as razões pelas quais tal ou qual obra obteve sucesso, tentarmos perceber a relação entre essas obras para além do tempo que foram produzidas e como elas influenciaram de distintas maneiras o comportamento das pessoas mundo afora?

Estamos falando de arte e política, caros Wejammers.

Pois bem, imaginem somente a seguinte: todo mundo sabe que a Guernica (1937) de Picasso foi pintada após a Guerra Civil na Espanha – se não sabe, toma cultura pra tu! ♥ – e é hoje um ícone do antimilitarismo, da paz e da liberdade.

Já imaginaram a vergonha que seria se os EUA decidissem entrar em guerra no Oriente Médio tendo essa tela no seu plano de fundo? Saibam que em 2001 foi preciso ocultar a cópia da Guernica da sala de conferência do Conselho de Segurança para que se evitasse essa gafe.

As obras de artes são potentes e podem muitas vezes funcionar no mesmo nível das bombas (vejo agora mesmo a figura clássica que o britânico Banksy fez de um ativista jogando flores).

No próximo artigo, vou lançar algumas bases para pensarmos a relação das artes com a política. E por que isso? Qual a finalidade?

Ora, Porque o MUNDO PRECISA DE VOCÊ!

•foto: divulgação

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