O que eu aprendi com a WeJam?

Em todo lugar que eu vou, principalmente nas entrevistas que eu participo eu sempre digo que quando vou entrar para algum lugar é para vestir a camisa. Não tem essa de fazer um pouco, fazer apenas o que fui contratada. Eu tento trazer o melhor de mim como se eu mesma fosse a dona daquela empresa, daquela ideia. 

Claro que aceitar o convite de fazer parte da WeJam foi a coisa mais simples para mim, pois eu já me sentia parte daqui. Eu já me sentia parte como artista, como empreendedora e agora eu queria colaborar com o que eu pudesse fazer de melhor. A WeJam só me proporcionou conhecer mais facetas de mim mesma e me desafiar. Sair da famosa zona de conforto, mas encontrar fora dela alguém que ainda não tinha conhecido. 

Pude abraçar essa pessoa, conversar com ela e finalmente me transformar nela, me unir a ela. É difícil você encontrar por aí algum lugar que pega a sua ideia e a torna deles também, mas com você junto. Eu me vi na WeJam, porque é basicamente como eu trabalho, como me importo com quem está a minha volta. Eles ouvem e querem que você cresça. Querem que você acredite que o seu sonho é o que interessa e que você esteja feliz acima de tudo.

Aqui eu só digo que encontro uma casa, um lugar para onde voltar e onde eu desejo que as pessoas conheçam, vejam, pois esse encontro merece acontecer. Tem muita gente que ainda tem um sonho e tem medo de nunca encontrar alguém que pense como a gente. E a WeJam tá aqui, gente! Pronta para receber vocês. 

Hoje eu abro um espaço que fica. Não queria estar me despedindo ainda e sinto por ir, mas sei que isso não é o fim. Tem muita coisa para acontecer e tem mais gente para entrar e fazer parte desse time maravilhoso. Pode ser você. Tenho certeza que pode, porque se tem uma coisa que a WeJam sabe fazer é reconhecer um talento e transformá-lo em potencial. 

Obrigada por tudo. Gratidão sempre. 

•foto: Simon Maage

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