E quando a inspiração vai embora? #comofaz?

Pois é. Acontece. Sim, é terrível. Mas acontece. E ponto.

Um belo dia você está com um trabalho bacana e superpromissor pela frente, pula da cama com uma ideia incrível e, no exato momento de colocá-la no papel… NADA! De uma hora para outra tudo some como num passe de mágica.

Ou, quando finalmente surge algo lá no fundo da mente, é só para ser prontamente apagado ou, para os mais analógicos como eu que não abrem mão da clássica dupla papel e caneta, é só para virar um material a mais na pilha de folhas de rascunho.

Já aconteceu com você? Tenho certeza que sim. E cada pessoa tem a própria fórmula para escapar desses momentos em que a criatividade resolve dar uma escapulida.

Uma das minhas preferidas é trocar a mesa do escritório por um ambiente mais divertido, como um café, por exemplo. Falando em café, uma paradinha estratégica para apreciar essa bebida também é uma ótima pedida. Para quem trabalha na companhia dos fones de ouvido, às vezes o segredo está em escolher a playlist ou o podcast ideal para cada trabalho.

Mas, e quando nenhuma dessas táticas parece dar resultado? Como é que faz? Bem, talvez você já tenha ouvido falar na importância de colocar em prática a famosa PAUSA.

Ok, eu sei que sugerir isso no meio da correria corporativa e dos prazos justinhos parece uma piada das boas, mas a verdade é que funciona!

Como qualquer músculo do nosso corpo, o cérebro também cansa. E, nessas horas, a primeira chave que cai é a da criatividade, levando junto todo o potencial de concentração, a produtividade e, consequentemente, algumas boas horas de sono na busca pela ideia perfeita. Nesse ponto, não há café nem playlist que salve o bom resultado dos nossos jobs.

Portanto, amiguinhos, a dica aqui é: não tenham medo da pausa! Ao contrário do que o mundo moderno prega por aí, permanecer alguns momentos off-line e fechar o caderno — ou o bloco de notas — não significa abandonar o barco, desistir da ideia ou bagunçar os prazos, e sim dar um espaço para que a nossa mente consiga absorver e processar novas informações e referências.

É o chamado ócio criativo, sabem? Algo meio difícil nesse universo de transmissão ininterrupta de dados, eu sei, mas extremamente importante e positivo. Nesse campo, as possibilidades são infinitas, indo desde um bate-papo com os amigos a um passeio divertido ou mesmo o novo hábito de fazer exercícios e aproveitar suas refeições sem pressa.

Ao aprendermos a exercitar essa técnica mesmo em meio à correria do dia a dia, a mente fica mais livre, mais plena e, como resultado, a gente termina descobrindo que aquela sacada genial estava bem debaixo do nosso nariz!

•foto: Ashley Edwards

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