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O primeiro filme da trilogia Matrix foi um marco da época, com efeitos especiais inovadores e um roteiro potente, repleto de referências de vários campos do pensamento: filosofia, computação, o próprio cinema, entre outros.

Nele, havia uma conexão direta entre cérebro humano e máquina, que possibilitava fazer o download de algum tipo de habilidade e adquirir, assim, conhecimento total sobre, por exemplo, uma arte marcial, um manual técnico ou qualquer outra coisa.

Seria ótimo, imagina? Aprender a pilotar um avião ou a escrever como Shakespeare num “clique para baixar”.

Tal realidade, antes parte somente de um universo de ficção científica, começa a ser pensada para valer por neurocientistas. Eles relatam a possibilidade de no futuro podermos pensar num tema e termos acesso instantâneo a ele.

Isso se deve ao progresso exponencial que vem acontecendo em nanotecnologia, nanomedicina, inteligência artificial e computação ao ponto de ser possível gerarmos uma interface cérebro-máquina por meio da conexão entre células cerebrais e vastas redes de computação em nuvem, em tempo real.

Quando conquistarmos este nível de tecnologia, poderemos ter acesso instantâneo a todo o conhecimento humano acumulado e aprimorar nossa capacidade de aprendizagem e inteligência.

E o mais incrível seria a possibilidade da criação de um super cérebro unido por todos os cérebros humanos, criando um pensamento coletivo. Esse fato mudaria a história humana de uma forma tão radical que fica difícil pensarmos suas consequências. Quem sabe futuras gerações poderão testemunhar essa experiência trazendo mais harmonia para o planeta? 

•foto: Joshua Sortino

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